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artigos, que falam de grandes artigos Digo-lhes hoje, meus amigos, embora nos defrontemos com as dificuldades na arquitetura, de hoje e de amanhã, que eu ainda tenho um sonho. E um sonho profundamente enraizado num sonho transformador.

UM REI APRENDENDO O QUE É AMAR.

Um rei viking que governa em uma cidade distante da Escandinávia, sempre foi um líder duro, sempre teve vitorias em suas batalhas, sempre teve tudo aos seus pés, até mesmo sua a rainha viking, que sempre foi submissa desde o dia em que foi prometida ao rei.

O rei Bratalus sempre foi um homem forte e muitas vezes justo com seu povo, sempre manteve a ordem em seu reino, seus súditos sabiam que ir contra as leis de Bratalus era morte certa.

Mas como tudo na vida muda, o rei Bratalus viu seu primeiro filho nascer, e para seu desespero como rei viking e homem que era, nasceu uma mulher.

A princesa Tesclani nascerá forte, e cresceu no meio dos guerreiros, como um princesa, loira, alta, com braços fortes, e olhar igual ao do pai.

Tesclani nunca gostou do jeito rude que seu tratava o seu reino, mas sabia que confrontar o homem era o mesmo que tentar matar uma fera de 7 cabeças. Ela sabia que confrontar seu pai não lhe traria nada, a não ser dor e ilusão.

Bratalus sempre esperou ter um filho homem, mas em varias tentativas com sua rainha, a gravidez nunca vingava. O homem por muitas vezes achava que sua mulher o estava sabotando. A tristeza do rei somente aumentava, ao perceber que estava ficando velho para governa seu reino, e que nunca iria passar a sua coroa viking para seu primogênito.

Por algum tempo Bratalus pensou muito em fazer acordos para tratar de um casamento entre reinos amigos, mais isso o feria por dentro, como um câncer incurável.

Tesclani sempre soube desses pensamentos de seu pai para com ela, por isso treinou a vida toda com os guerreiros do reino e se tornou não só uma princesa linda, mas também uma guerreira mortal.

Sempre buscando a aprovação do pai, Tesclani por muitas vezes tentou partir junto ao pai, para cruzadas de guerra, mas seu pai, insultado pela afronta jamais deixará.

Conta à lenda que em uma cruzada contra seu maior inimigo, o rei Trantalidio, sua morte era quase certa, seus soldados já estavam sendo derrotados no campo de batalha, mas em sua tenda no meio do acampamento de guerra, Bratalus ouvia historias de um guerreiro que matava sem piedade aqueles que cruzavam seu caminho, e com esta fama, este guerreiro esta sendo mais venerado do que ele próprio.

O rei bratalus jamais poderia aceitar que um simples guerreiro viking se tornasse uma lenda, e mesmo perdendo para o rei Trantalidio, Bratalus tinha que dar um fim neste assassino.

Com mais 90 luas em batalha, seu exercito praticamente derrotado, Bratalus vai para o campo de batalha, e se vê duelando com o próprio rei Trantalidio, e com um golpe de machado viking Trantalidio derruba Bratalus no chão todo enlameado com a umidade do sangue dos seus guerreiros mortos em batalha, e seu pensamento longe e turvo por conta da machada em seu escudo.

Trantalidio levanta seu machado, e sem falar uma palavra se prepara para cortar o pescoço do grande rei viking Bratalus.

O rei Bratalus fecha seus olhos, e reza para seus deuses o levarem em paz para a terra dos viking nos confins do universo, mas ao esperar a morte certa, Bratalus não entende por que o frio do ferro do machado de Trantalidio não toca seus pescoço.

Ao abrir os olhos Bratalus vê seu algos com uma espada enfiada no lado esquerdo do peito, com os olhos esbulhados, como se tivesse visto um fantasma.

O homem cai como uma arvore que acabou de ser cortada, e atrás dele esta uma figura esguia, alta, e com uma armadura de guerreiro, segurando a espada que matou seu oponente mais feroz.

O ser que ali estava ficou parado encarando Bratalus, suor saia pelo elmo, do fantasma assassino, e Bratalus esperou mais uma vez a morte.

O guerreiro lhe estendeu a mão com um gesto delicado de mais para ser verdade, Bratalus do alto de sua arrogância não aceitou sua ajuda, e ao se levantar, ficou em guarda esperando o ataque de seu mais novo oponente.

O guerreiro deu de ombros, e começou a retirar seu elmo, e por de baixo da estrutura de ferro, cabelos loiros e amarelos como ouro começou a cair, os olhos de Bratalus, assustado com o gesto de do guerreiro se reviraram quando viu o rosto angelical, porem matador de sua filha Tesclani.

Tesclani se ajoelhou perante o rei, fazendo a reverencia de um guerreiro do reino de Bratalus, mas o rei jamais deixaria o guerreiro que ganhou a guerra se ajoelhar perante ele.

Depois deste dia Tesclani foi nomeada general e rainha do exercito de seu reino, e Bratalus lhe passou a coroa de rainha, dando a ela todas as honras de um rei.

E foi assim que um rei sentiu pela primeira vez o amor em seu peito, não pelo feito de sua filha, mas pela luta que sua filha enfrentou para chegar naquele nível, sem ao menos pedir ajuda para seu pai. Tesclani até hoje é uma das maiores lendas nas terras vikings e sempre será A RAINHA GUERREIRA.

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