PAVILHAO VANKE

Daniel Libeskind – Pavilhão de Vanke

Daniel Libeskind – Pavilhão de Vanke Temos hoje grandes mercados de capital e de pujança no mundo inteiro, mas temos que destacar aqui um em especifico, a China. Com o crescimento acelerado do seu mercado de consumo e de capital, a China está se transformando numa potência, industrial e econômica no mundo, se tornando o grande paraíso dos projetos modernos e tecnológicos.

Acreditando neste crescimento a China sempre está em grandes exposições, e feiras pelo mundo com seus conceitos e novos produtos de tecnologia, assim criando inúmeros pavilhões e stands para expor os produtos que saem de seu país.

Um desses pavilhões foi feito na Expo Milão de 2015 o Pavilhão Vanke, que traz uma escama de dragão feito de telha em cerâmica, que nos faz intender exatamente o que o China quer com este crescimento avassalador no mundo.

O pavilhão Vanke foi idealizado pelo arquiteto Daniel Libeskind, que teve que pensar o seu pavilhão tento como tema a China e o tema da exposição que era “Alimentar o planeta, energia para a vida” e com este tema tinha a responsabilidade de fazer um pavilhão, que mostrasse o grande potencial da China em ajudar o mundo nas causas humanitárias do mundo.

Os conceitos empregados no pavilhão estão, a cultura Chinesa e a relação do povo chinês com a alimentação, o termo “shi-tang” quer dizer sala de jantar tradicional chinesa, a paisagem como referência aos campos da china.

Situado à época a sudoeste do Lago Arena, o pavilhão de 800 m², tem uma forma sinuosa que parece está saindo de dentro do lago quando olhado de um angulo horizontal, suas escamas brilham diferentemente de acordo com a luz que incide, gerando tons de branco, carmesim, e vermelho brilhante.

Com uma estrutura de ferro, temos as telhas sendo seguradas por suportes de encaixes que seguram as telhas em ângulos diferentes, seguindo uma métrica paramétrica para gerar cada telha no formato correto, e seus suportes são fabricados da mesma maneira, para atender todas as curvas do pavilhão.

As escadas desenhadas para fazer o visitante entrar no pavilhão como se estivesse sendo engolido por um dragão se depara com uma área de exposição que mais parece uma floresta e bambu, que circundam um espelho d’água que remete aos lagos chineses que ficam perto das grandes plantações que existem no pais.

Tudo no pavilhão tem um conceito a ser definido e contado pelos painéis de lede que mostram a historio do povo chinês durante os séculos, cada passo que o usuário da dentro pavilhão ele vive uma experiência diferente, e a estrutura de bambu não diferente, ela representa toda a força do povo Asiático.

No nível superior do pavilhão existem espaços para eventos particulares, que aconteceram durante a mostra, sendo elas palestras, e pequenos shows.

Com uma estrutura revolta e surpreendente, o pavilhão mostra como a tecnologia pode mudar a forma de fazer arquitetura, pois usando sistemas paramétricos se chegou no resultado esperado, e criou uma forma, orgânica elegante e misteriosa, que tinha tudo a haver com o país e com a Expô Milão.

 

 

 

 

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